domingo, 28 de dezembro de 2014

Jihad do Amor


Filmado clandestinamente em doze países ao longo de seis anos, para a proteção de alguns e de seus familiares, o diretor usou recursos para esconder os rostos ou filmou apenas silhuetas, pois, existe o risco de morte tanto no Irã, quanto no Egito e Paquistão. Na África do Sul, Muhsin Hendricks, um ímã (líder religioso) casado e com filhos, declarou-se gay num programa de rádio e ouviu pedidos de pena de morte. No Egito, onde ser gay é ilegal, o jovem Mazen com 20 anos é obrigado a fugir depois de ser preso, torturado e violado por estar numa boate gay no momento em que esta foi invadida pela polícia. Maryam, uma lésbica que vive em Paris, e mantém uma relação de longa-distância com a sua namorada, Maha, no Cairo.
Uma mãe muçulmana na Turquia aceita o casamento lésbico de sua filha mais velha. Quatro gays iranianos fogem de seu país e buscam asilo no Canadá. Para muitos a saída tem sido a fuga e são encontrados refugiados na França, na Turquia e no Canadá.

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Um comentário:

  1. Em um mundo marcado pela homofobia e intolerância, o trabalho de vocês, ao divulgar filmes e documentário como esse, tem uma grande importância, pois ajuda, pela arte, a minimizar os estragos desse mundo homofóbico. OBRIGADO DE CORAÇÃO POR TER COMPARTILHADOS TANTAS COISAS MARAVILHOSAS COMO ESSE DOCUMENTÁRIO QUE INSTRUI PELA DOR A TRILHAMOS O CAMINHO DA TOLERÂNCIA. ATE 2015! BEIJÃO!!!!!!

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