sexta-feira, 14 de março de 2014

“Gaydar "Radar Gay



Curta que brinca com a ideia de um ‘radar gay’ vira hit na web
“Gaydar” conta história de um jovem que tem a sua vida amorosa complicada por não saber identificar se os homens pelos quais se sente atraído são ou não homossexuais .
Popular dentro e fora do universo LGBT, a gíria ‘gaydar’ é a palavra usada para batizar a habilidade que alguém tem de detectar se uma pessoa é ou não gay. Inspirado neste termo, o ator e diretor carioca Felipe Cabral, 28, escreveu e dirigiu um curta-metragem que mostra como seria a vida dos homossexuais se existisse mesmo um aparelho que funcionasse como um radar de orientação sexual.
Na base da ação entre amigos, o curta “Gaydar” foi produzido com recursos mínimos, para não dizer irrisórios. “Fiz o curta com R$ 500, pagando o lanche dos amigos e a gasolina do carro do meu irmão”, se diverte Cabral, que também protagoniza a produção.
o curta conta a história de Rafinha, interpretando pelo próprio Cabral. O personagem tem dificuldades na sua vida afetiva por não conseguir identificar se os homens pelos quais se sente atraído são ou não gays. Para resolver esse problema, ele compra um ‘gaydar’ eletrônico no mercado negro. O problema é que o aparelho acaba metendo ele confusões, inclusive com o pai de sua melhor amiga.
“Gaydar” tem uma trajetória interessante. Finalizado e lançado em 2012, o filme só ganhou repercussão agora em 2014, quando Cabral decidiu colocá-lo na internet, no canal de vídeos Youtube, no final de janeiro. Em duas semanas, o curta alcançou mais de 10 mil visualizações.
Com quase doze minutos de duração, “Gaydar” tem no seu elenco atores com trabalhos em produções da TV Globo. Como é o caso de Gabriel Falcão, que protagoniza a atual temporada de “Malhação”, e George Sauma, que atuou na série “Toma Lá, Dá Cá” e na novela “Lado a Lado”.
Mesmo só fazendo sucesso agora, “Gaydar” já recebeu alguns prêmios como Melhor Curta Nacional pelo júri popular do Rio Festival Gay de Cinema, em 2012. No mesmo ano, a produção saiu do 7º For Rainbow - Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual com as premiações de Melhor Roteiro e Melhor Atriz para Julia Stockler.
Além desses prêmios, “Gaydar” foi comprado pelo Festival Mix Brasil, entrando no circuito itinerante desta que é a maior mostra LGBT do Brasil. Essa venda permitiu que Cabral investisse em dois novos projetos de temática gay, chamados “Rótulo” e “Aceito”. O primeiro está pronto e o segundo em fase de produção.
Cabral acredita que participar de festivais como o Mix é fundamental na evolução do seu trabalho como diretor. “Depois de inscrever o ‘Gaydar’ nos festivais, notei que este é o espaço para pensar o cinema e para chegar num público que gosta de cinema, fazer contatos. É claro que lançar o curta na internet é incrível, especialmente pela repercussão”, avalia o diretor e ator.

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3 comentários:

  1. Vanda baixando tem a cara q vou me divertir bjssss!!!!!!!!!!!!

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  2. O filme é ótimo e sua (Vanda) sinopse (e comentários) melhor ainda!@!!!!
    Quando começou, achei que o filme tinha um jeito carioca quando escreveram o nome do filme na areia, confirmado quando mostra o Forte de Copacabana e a vista do Posto 6 (dá para ver a rua que eu moro...). Adorei o nome da tartaruga e a ideia de tons de verde (bicha enrustida etc...). A garota é ótima, todos estão ótimos. Não deixem de ver!

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  3. Existe um outro curta, de 2002, chamado "Gaydar" (20 min) com a mesma ideia deste filme: um rapaz (gay) trabalha num escritório. Ele queria descobrir se um colega de trabalho que tinha "lindas nádegas" (e o rapaz era lindo...) era gay. Ele acaba comprando um Gaydar. Fica testando o aparelho e descobre que ele funciona 100% (até a gata dele era...). Ele tenta de todas as maneiras apontar o aparelho para o rapaz gostosíssimo, mas uma colega de trabalho consegue convencê-lo a desistir. "As viagens dos dois ajudavam a passar o dia. A fantasias dela continuavam porque a realidade estava ausente. Se definitivamente descobrissem se o rapaz era uma coisa ou outra, um dos dois iria ter que deixar de sonhar acordado. E ela não estava pronta para isso." E, mais uma vez, eu tinha deixado de ver o filme depois do "fim"... (vi de novo e o filme é também muito divertido como o "Gaydar" nacional.

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