sábado, 4 de maio de 2019

Cola de Mono (2018) - Indicado pelo irmão Saullo



Cola de mono, é um Intenso thriller erótico Chileno, repleto de cenas de sexo explícito. E com uma curiosa referência ao cinema de Brian de Palma, principalmente “Vestida para matar”. 
O filme se passa em 2 épocas: 1986 e 1999 no Chile. Em 1986, os irmãos Borja e Vicente moram com a mãe deles em uma casa decadente. 
A família perdeu posses desde a morte do pai, por suicídio. Borja deseja ser estudante de cinema e é cinéfilo. Vicente se separou da namorada. A mãe é reclusa e introspectiva desde a morte do marido. 
Na noite do Natal, a família comemora sozinhos a festa, mas a mãe destrata Borja, dizendo que Vicente é melhor do que ele. 
Vicente sai pra noite para viver sua vida secreta: ele é gay enrustido, e vai fazer pegação no parque. Borja por sua vez, bebe “Cola de mono” (bebida alcoólica servida no Natal) e entra no quarto do irmão. Ao descobrir revistas de homens nus escondidas, Borja se excita e confessa depois pro irmão que também é gay.


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O filme mescla momentos lúdicos com outros bastante crus e realistas. Tem uma pitada de filmografia de Almodóvar, principalmente nas cores e na trilha sonora dos anos 80. A segunda parte do filme investe bastante no erotismo, fechando o último ato com uma enorme sequência que acontece dentro de uma sauna gay, repleto de homens nus e bastante sexo. 

Ano: 2018
Gênero: Thriller/Drama
Pais: Chile
Idioma: Espanhol


4 comentários:

  1. Ambas as situações - Vicente, fazendo sexo no parque e Borja, em seu jogo masturbatório - são caminhos que levam ao mesmo ponto: dor física, o colapso das fachadas e a aceitação de uma homossexualidade que revela culpa, medo, reprimida ...
    Há lastros óbvios neste filme, onde talvez o mais proeminente seja o tema da exploração do corpo, que mostra muito fetichismo corporal e uma concepção bastante adolescente do mundo sexual masculino gay ...

    De manera inesperada, la narración salta hacia un día de 1999. Aquí, el espectador es sacudido por una pesadilla y una muerte que no se sabe bien si existe, si es un chiste o si es una mera alusión a tantos y tantos filmes visionados por el realizador, donde el efectismo carece de valor y se pierde la gravedad que predominaba en el conjunto ...
    Ao longo da história, o fascínio declarado de Fuguet pelo diretor Brian De Palma transborda: há alusões aos seus filmes, ao seu estilo visual, aos seus jogos de quebra de história e onde ela é tratada e uma tensão específica e perturbadora nem sempre é alcançada ...
    Las críticas que ha tenido “Cola de mono” se han concentrado en lo que se reconoce como lo más peligroso del conjunto: la manera en que se visualiza la homosexualidad, sobre todo si se considera que esta película insiste en representar el mundo gay como únicamente promiscuo, culposo y donde los únicos caminos que quedan son la represión (el encierro en el closet) o la muerte, es decir, un imaginario donde la perversión y el terror son sinónimo de lo homosexual. Prejuicio de clase y pesadilla homofóbica, han sido algunos de los epítetos con que se ha tachado este filme ...
    Así y todo, con sus defectos evidentes y su estridencia visual y temática, “Cola de mono” es importante. Tan solo porque ha retomado la necesidad de exponer sobre la pantalla grande el ser y devenir del mundo gay chileno, tema que sigue siendo una piedra en el zapato para los realizadores nacionales, sobre todo por los prejuicios, temores y limitaciones que existen o se autoimponen los creadores al abordar este universo ineludible ...





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  2. A propósito del retorno al cine del periodista, escritor y cineasta Alberto Fuguet, con su polémica “Cola de mono”, es interesante acotar algunas ideas en torno al difícil camino que ha significado plasmar el mundo gay chileno en la pantalla grande ...

    En Chile el cine gay ha tenido un camino incierto. Hay no pocas películas de real calidad que abordaron las singulares aventuras de la otredad, siendo tal vez “En la escala de los grises”, uno de los mejores exponentes y “Jesús” y “El pejesapo”, los más polémicos hasta el arribo de “Cola de mono” ...

    VÍCTOR BÓRQUEZ NÚÑEZ

    Por El Heraldo de Saltillo - 2 mayo, 2019

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  3. Critica interessante, Antonio. Eu só não sei se todo mundo vai entender estando em Espanhol :p Pessoalmente, eu não curto filmes com esse conceito dos anos 80/90 "Bury your gays" (Mate os gays) estamos na época do empoderamento, não de ficar repetindo essa idéia dos filmes daquele tempo quando no final o personagem gay tinha que morrer para se "redimir" porque homossexualidade era errado, e a pessoa jamais seria feliz :/

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