A importância da TV como um meio que moldou a consciência americana e como o movimento LGBTQ influenciou o que assistimos na TV.
Título: Visible: Out on Television
Ano produção: 2020
Dirigido po: Ryan White
Estreia: 14 de Fevereiro de 2020
Duração: 310 minutos
Episódios: 5
Classificação 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
Gênero: Documentário
Países de Origem: Estados Unidos da América

Oi Zira, tudo bem? Espero que sim.
ResponderExcluirTerminei agora a pouco de assistir esse documentário e estou transbordando de satisfação.
Assim que vi a postagem do mesmo, senti que deveria assisti-lo, que o mesmo seria bom. Só que ele é mais que isso, ele é informativo, ele é verdadeiro, ele é impactante, mas ao mesmo tempo ele é doce, ele é terno, ele é tocante, mas mais que tudo, ele é realístico. E por ser dessa forma ele nos toca profundamente.
Eu confesso que já assisti a inúmeros documentários, várias séries baseadas em fatos reais, mas não tão profundos quanto aos depoimentos de pessoas lindas, multitalentosas, pessoas sofridas; com dores na alma, e ao mesmo tempo; poderosas, criativas, batalhadoras e sobretudo vencedoras.
Esses talentos tiveram de lidar com as rejeições, com os julgamentos, com a ignorância alheia e tudo mais... Tiveram que lutar e vencer o tão antigo e famigerado preconceito.
Sabe, uma vez uma amiga me afirmou que ser gay,lésbica ou qualquer letra da sigla LGBTQI+, seria ter de matar um leão por dia para sobrevivermos.
E eu disse à ela: NÃO! O leão é considerado como o animal que tem a força, e essa força pertence a nós. Nós somos os leões que tem a força. Nós por vezes que somos considerados por certas pessoas homofóbicas como gente "diferente".
Mais uma vez eu lhe disse: Realmente, nós somos diferentes, pois somos aquelas pessoas que amam demais.
Em um mundo onde ainda se mata seres humanos por conta de preconceitos religiosos, condição social, cor da pele e definição sexual; realmente é um privilegio ser diferente, pois, é o amor, único sentimento que consegue fazer pessoas se tornarem melhores.
Não tenho vergonha de confessar que nos três primeiros episódios chorei junto com os depoentes, com seus relatos de vida. Só nos dois últimos que as situações melhoram, visto a aceitação de tais profissionais homossexuais serem aceitos nas emissoras de televisão.
A luta é constante contra o preconceito, a vitória muitas vezes não vai acontecer no tempo que desejaríamos, mas não podemos parar de lutar em favor dos nossos direitos, do que acreditamos e com quem escolhermos para amar.
Foi assim na revolta de Stonewall e tem de ser nos tempos atuais, no nosso dia a dia.
Percebo que a nossa luta é o nosso legado, é o que deixaremos para as gerações futuras.
Hoje estamos assistindo a filmes, séries, animações, documentários de temática LGBTQI+, e podendo também comentar sobre isso.
Foi por conta das lutas de gerações que antecederam a nossa que podemos ter voz contra a homofobia.
Nesse comentário aproveito para parabenizar o blog, parabenizo também todos os componentes da equipe Gay Dream pelos sete anos de existência.
Beijos e abraços afetuosos a todos vocês, pessoas maravilhosas, corajosas e despida de preconceitos.
Agradecimentos sempre.
Dylan.
ia fazer um comentário sobre o documentário, mas depois do que Dylan postou, não é preciso. Concordo com tudo, por ele falado. Documentário excelente e super necessário. Obrigado a Zira pela postagem e a todos do gdf. Parabéns por mais um ano de blog, e a todos que fazem os nossos dias mais felizes. Obrigado hoje e sempre!
ResponderExcluirRomualdo, boa noite.
ExcluirLi seu comentário e agradeço seu endosso no que eu me manifestei sobre esse documentário belíssimo.
Apenas um detalhe, meu nome é Dylan; que é um nome que pode ser usado tanto para meninos quanto para meninas.
Só para informar que meu pronome é ELA(Menina)
Beijos e forte abraço da que já se considera tua AMIGA.
Dylan.
Olá,
ResponderExcluirConcordo inteiramente com as vossas palavras. Sabem, nem sempre assisto ao que posto, muitas vezes porque não é o que gosto, ou por falta de tempo, mas no caso deste documentário fui apenas verificar se as legendas ficaram bem depois da conversão e não consegui parar de assistir. Certas coisas custa a ouvir/ver, mas precisam ser ditas para não serem esquecidas e servirem de exemplo para as gerações futuras.
Bjinho