O amor é confiança mútua no tempo presente.
São Paulo com Daniel (2015) é uma obra de desvios doentios e delirantes, rupturas e fissões. Suas operações estéticas são oblíquas, seu enredo, um rito de passagem. No filme, não há harmonia, o belo está na aflição, ou, melhor dizendo, nos gestos formais em torno do repulsivo e amendrontador.
A imagem do “estranho” nos parece um ponto de partida profícuo para analisar essa obra, cuja estranheza se manifesta no personagem principal, Daniel, em sua história e – o principal – na mise en scène do filme.
A imagem do “estranho” nos parece um ponto de partida profícuo para analisar essa obra, cuja estranheza se manifesta no personagem principal, Daniel, em sua história e – o principal – na mise en scène do filme.


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