“Eu sabia que era uma menina. E então, naquele final de semana, eu consegui ser eu.”
Em 2018, aos 63 anos, Dee Westenhauser se assumiu como uma mulher transgênero. Mas crescendo em El Paso, Texas, na década de 1950, ela se lembra de ter dificuldade em se encaixar.
Um final de semana, seus pais decidiram levá-la para a casa de sua tia Yaya.
Tia Yaya viu uma alma gêmea em Dee e deu a ela uma oportunidade que ninguém mais daria: um espaço seguro e amoroso para ser ela mesma.
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