"Estou longe em uma viagem distante através de minha própria cidade", diz o cineasta Johan van der Keuken ao final de seu retrato de Amsterdã de quatro horas de duração. A cidade é apresentada como um lugar onde as pessoas de todos os cantos do mundo vivem e exercem sua influência cultural sobre a vida na cidade. Com um moto mensageiro marroquino como figura central, o cineasta apresenta ao público aves de plumagens diferentes. Vemos diversas expressões culturais, como a cena musical House, a chegada de São Nicolau e um ritual de luto ganense. O fator de ligação no filme é o conceito de "movimento".
Em outras palavras, Amsterdã como uma aldeia global. A câmera se movimenta durante o filme de três maneiras: por terra, por água (canais) e pelo do ar. O fato de que viajar (ou seja, desenraizamento) é a essência da vida moderna, é ilustrado quando o cineasta vai à guerra da Chechênia com um checheno que vive em Amsterdã para uma visita à sua família.
O cineasta faz o mesmo com um boliviano, que vive em Amsterdã com sua esposa holandesa. A conversa com uma velha judia e seu filho, que se esconderam juntos na guerra, pode ser interpretado como uma viagem de volta no tempo. Amsterdam Global Village contém um número impressionante de observações e histórias, que são unidas formando um colar multicolorido. (IDFA)
https://www.mediafire.com/file/8ohbfetcsh80cl2/Amsterdam_Global_Village_%25281996%2529.mp4/file
Título: Amsterdam Global Village
Ano produção: 1996
Dirigido por: Johan van der Keuken
Estreia: 1999 (Brasil)
Duração: 245 minutos
Gênero: Documentário
Países de Origem: Países Baixos (Holanda)
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