Relatos de amor, orgulho, superação, resistência e diversidade. A premiada websérie “LGBT+60: Corpos que Resistem”, que já soma mais de 2 milhões de views nas plataformas digitais, está de volta em sua terceira temporada, com cinco novos episódios repletos de histórias inspiradoras que revelam a trajetória de vida e celebrações de cinco brasileiros LGBT+, que vivem a terceira idade em sua plenitude. Os episódios - dirigidos e roteirizados por Yuri Alves Fernandes - contam as nuances e conquistas por trás da vida da ativista Denise Taynáh Leite, de 74 anos; do jornalista Márcio Guerra, de 63 anos; da influenciadora Ana Carolina Apocalypse, de 65 anos; da drag queen Luiza Gasparelly, de 60 anos; e do Seu Franco, de 67 anos.
Episódio 1
Verdadeiro fenômeno na internet, Ana Carolina Apocalypse tem mais de 100 mil seguidores e comemora seu aniversário de 65 anos no primeiro episódio da terceira temporada de LGBT+60. Ela relata aspectos da sua transição de gênero, realizada a partir dos 59 anos, quando assistiu a novela “A Força do Querer”. Hoje, celebra a relação com a filha, as mudanças no corpo e as conquistas como uma mulher trans: “Nunca é tarde para ser feliz”.
Episódio 2
Denise Taynáh Leite, 74 anos, mulher trans negra e carioca. No segundo episódio de LGBT+60, a ativista conta sobre violência familiar, sobre sua relação com o carnaval e a arte, sobre seus sete filhos, além do emocionante momento em que se entendeu mulher.
Episódio 3
A história de amor e de coragem do jornalista Márcio Guerra, de 63 anos, nascido e criado em Juiz de Fora, norteia o terceiro episódio de LGBT+60. Há dois anos, Márcio e o seu companheiro de três décadas, Flávio, adotaram o jovem Phellipe. Hoje, a família vive unida, num ambiente de amor e acolhimento. Além da adoção tardia, Márcio reflete sobre as novas descobertas com a paternidade na terceira idade: “Eu renasci”.
Episódio 4
Seu Franco é um homem trans de 67 anos, nascido em Porto Alegre, que saiu de casa aos 13 para morar nas ruas por não se sentir aceito na família. Aos 17, foi tomando consciência da sua identidade de gênero, mas somente anos depois se entendeu e se aceitou como uma pessoa transmasculina ao assistir uma entrevista com João Nery na televisão. No quarto episódio de LGBT+60, ele revela os bastidores da tão sonhada mastectomia masculinizadora, realizada aos 66: “Às vezes eu nem acredito, agora eu posso dizer que estou completo”.
Episódio 5
No último episódio da terceira temporada, a drag queen carioca Luiza Gasparelly, de 60 anos, relembra como se entendeu como um homem gay e artista, suas vivências fora do país, a perseguição e o preconceito contra as travestis e drag queens na ditadura, apresentações icônicas, a descoberta do HIV e conquistas tanto afetivas quanto profissionais de uma carreira nos palcos que ultrapassa quatro décadas. “Eu não tinha uma missão. Eu tinha a minha vida”.
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