Hermes (2025), de Mit Borrás, é uma obra transhumanista que explora as fronteiras entre o humano, o tecnológico e o divino.
Com Rachel Lamot como diretora criativa e co-roteirista, e Elan D'orphium no papel de Hermes, a obra é inspirada na teoria ciborgue e apresenta um submundo futurista, onde a morte e a transfiguração se fundem com elementos botânicos, biomecânicos e digitais, a partir de uma perspectiva queer.
Com uma estética onírica e uma fusão de cinema e performance, Hermes redefine identidade e progresso tecnológico, criando um novo folclore e representando as implicações do vale da estranheza e a relação entre eternidade e inteligência artificial.
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