sábado, 6 de abril de 2019

Tinta Bruta (2018) Recomendado pelo querido Antonio Paiva


Tinta Bruta é um filme de drama brasileiro de 2018 dirigido e escrito por Marcio Reolon e Filipe Matzembacher. Estrelado por Shico Menegat e Bruno Fernandes, estreou no Festival Internacional de Cinema de Berlim, em 18 de fevereiro.

O jovem Pedro (Shico Menegat) vive um momento complicado, ele responde a um processo criminal ao mesmo tempo em que precisa lidar com a mudança da irmã, sua única amiga. Como forma de catarse, ele assume o codinome GarotoNeon e passa a se apresentar anonimamente na internet dançando nu na escuridão do seu quarto, coberto apenas por uma tinta fluorescente.


Ano: 2018
Duração: aprox. 118 min.
País:  Brasil
Direção: Marcio Reolon, Filipe Matzembacher
Roteiro: Marcio Reolon, Filipe Matzembacher
Lançamento: 18 de fevereiro de 2018


6 comentários:

  1. olá alexandre (xan)
    óptima surpresa ...
    agradeço muito mesmo ...
    minha prenda de aniversário (30 de março) ...
    bom fim de semana pra toda a equipa GDF ...
    um abração,em especial,para o querido Xan ...
    como um dia disse Vinicius de Moraes ...
    não fazemos amigos ... reconhecemo-nos !!!
    antonio paiva

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    1. Olá Antonio,
      Ainda bem que gostaste da postagem, e muitos parabéns por seu aniversário,
      Bjinho

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    2. olá Zira ...
      agradeço e retribuo o bjinho ...
      antonio

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  2. E só acrescentando, além da estréia em Berlin, ele também foi premiado com o Teddy de melhor filme, que é uma importante premiação dada às produções LGBT em Berlin.

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  3. Pedro parece estar sempre em um estado letárgico, num meio termo entre aceitar sua condição solitária e buscar novos relacionamentos que possam ser alicerces em sua vida. Por tratar-se de um personagem que não tem um norte, o filme também parece, em alguns momentos, não rumar para lugar algum. Isso não é, de forma alguma, um defeito, mas apenas uma característica de uma narrativa que se apresenta como um ato político de resistência. O exibicionismo de Pedro e os constantes planos fechados e detalhe que registram seu corpo e partes íntimas são uma clara manifestação reativa ao ódio de uma sociedade heteronormativa que rejeita a diversidade sexual – vale lembrar, a cada 19 horas, uma pessoa pertencente à comunidade LGBTQ+ é assassinada no Brasil.

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    1. http://minilink.es/3yk0

      Tinta Bruta Um corpo político em conflito com espaços reacionários Matheus Fiore - 4 de dezembro de 2018

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